Leitura
Bíblica: Filipenses 4:4-7
Todas as pessoas almejam a alegria e rejeitam a
tristeza. Para ser alegre e não sofrer é preciso não ter nenhum fardo pesado.
Segundo o registro da Bíblia, há dois tipos de fardo: o dos pecados e o
da ansiedade. Se o problema dos pecados não for resolvido, é impossível
haver alegria. Se o problema da ansiedade não for solucionado, tampouco haverá
alegria. Se o problema do fardo dos pecados for resolvido e o da ansiedade
permanecer, a alegria alcançada será incompleta. Para ser feliz, o homem
precisa resolver tanto o problema do fardo dos pecados como o da ansiedade.
No tocante aos cristãos, o problema do fardo dos
pecados já está resolvido, mas se a questão da ansiedade for negligenciada,
ainda não poderá haver alegria. Se um cristão não é feliz, ele não glorifica o
Senhor. A infelicidade não é a porção que Deus reparte aos cristãos. Apesar
disso, quantos são os cristãos que estão sempre alegres? Deus quer que você
seja Seu filho, e também deseja que você se alegre sempre. Entretanto, se você
não se alegrar, não terá o viver e a conduta que um cristão deveria ter.
Um
cristão deve alegrar-se sempre.
Leiamos agora Filipenses 4:4-7, e consideremos
frase por frase: "Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo,
alegrai-vos." Precisamos saber que "alegrai-vos" é uma ordem de
Deus. E Deus nunca ordena que façamos algo que não conseguimos. Toda ordem de
Deus ao homem pode ser executada pelo próprio homem. Aqui, Deus ordena que nos
alegremos no Senhor e que nos alegremos sempre. Se alguém adora ídolos,
imediatamente reconhecemos que isso é transgredir um mandamento de Deus.
Contudo, se
um cristão deixar
de alegrar-se, será que igualmente reconhecemos que isso é uma transgressão de
um mandamento divino? Já que "alegrar-se" é uma ordem de Deus,
devemos cumpri-la, caso contrário, seremos transgressores.
Alguns talvez argumentem: "Ninguém consegue
alegrar-se a contragosto. Quando me sinto mal, como posso alegrar-me? Minha
saúde não está bem, meu trabalho é difícil e ocupa todo o meu tempo, meus
filhos são muitos e são rebeldes... Em tais condições, como posso
alegrar-me?" Realmente, há muitas coisas que nos fazem sentir miseráveis.
Contudo, perceba que a Bíblia não diz para nos alegrarmos em nós mesmos, mas
diz: "Alegrai-vos sempre no Senhor". Deus não exige que nos alegremos
nas circunstâncias ao nosso redor ou na nossa prosperidade. Em vez disso, Ele
nos diz: "Alegrai-vos no Senhor"! De uma coisa podemos estar certos:
alegramo-nos, não por causa das circunstâncias ao nosso redor, mas por causa do
nosso Senhor. Mesmo em situações difíceis, entre tristezas e lágrimas, podemos
alegrar-nos, confiando Naquele que nos ama e a Quem também amamos. Ele, por Si
só, é suficiente para satisfazer o nosso amor. Ainda assim, porque facilmente
nos esquecemos do que ouvimos, Paulo repete: "Outra vez digo,
alegrai-vos." Oh! Como Deus deseja que nos alegremos! Por isso, por todos
os meios, devemos alegrar-nos.
Em seguida lemos: "Seja a vossa moderação
conhecida de todos os homens." No texto original, a palavra
"moderação" tem o sentido de equilíbrio, isto é, não inclinado
à esquerda, nem à direita; nem a mais, nem a menos. Suponha que um cristão
esteja enfrentando uma pequena dificuldade. Se a impressão que ele passa é de
quem está sob a pressão de uma grande montanha, isso não é equilíbrio. A
condição normal e equilibrada deve ser: Em-
bora haja
dificuldades nos pressionando, ainda assim temos a alegria que o Senhor nos dá.
Essa alegria é enorme; ela nos capacita a alegrar-nos dia após dia em qualquer
situação. Esse é o princípio de ser uma pessoa equilibrada, conforme o
ensinamento da Bíblia, e não conforme o mundo tem ensinado.
A frase "Perto está o Senhor", não se
refere à volta iminente do Senhor. No original grego, o sentido é "o Senhor
está próximo". E o mesmo sentido de Efésios 2:13: "Mas agora em
Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes
perto" (IBB - Rev.) e de Efésios 2:17: "E, vindo, evangelizou paz a
vós outros que estáveis longe, e paz também aos que estavam perto." Tanto
nessas duas passagens como em Filipenses 4:5, a palavra perto tem o
sentido de distância, não de tempo. O Senhor está perto, está ao meu lado, por
isso devo alegrar-me!
E então, o apóstolo Paulo menciona o assunto
principal deste livrete: "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo,
porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela
súplica, com ações de graça". O versículo 4 diz que devemos alegrar-nos e
o versículo 6 diz que não devemos ficar ansiosos por nada. Já que o Senhor está
perto, devemos alegrar-nos; já que Ele está perto não devemos ficar ansiosos de
coisa alguma.
Todos nós acreditamos que há muitas
justificativas para ficarmos ansiosos, mas Deus não admite sequer uma única
razão para a nossa ansiedade. Toda ansiedade é sem motivo, por isso Deus nos
instrui: "Não andeis ansiosos de coisa alguma." Podemos argumentar
que nossa subsistência, nossos problemas familiares e nossas dificuldades
pessoais são preocupações legítimas que geram ansiedade; mas a Bíblia diz:
"Não andeis ansiosos de coisa alguma." Portanto, nenhuma ansiedade
é legítima;
nem uma sequer é
permitida por Deus. Ele proíbe toda ansiedade. Muitos acham que devem
preocupar-se com isto, ficar ansiosos por aquilo, supondo que ficar ansioso
seja uma espécie de dever. Alguns acham que podem parar de se preocupar com
tudo, menos com aquele pequeno detalhe. Será que é mesmo verdade que não
devemos ter nem mesmo uma única ansiedade? Sim, é verdade; não devemos ter nem
sequer uma. Por quê? Porque "perto está o Senhor". Se nos
preocupamos, isso indica que não confiamos no coração nem na promessa do
Senhor. Se Ele está perto e ainda estamos ansiosos, nós estamos duvidando do
poder da Sua mão e da bondade do Seu coração. A razão da nossa ansiedade é que
não percebemos que o Senhor está perto. Como podemos ficar livres da ansiedade,
de uma maneira prática? "Em tudo, porém, sejam conhecidas diante de
Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça."
Atenção: há um "porém"! Contanto que Sigamos esse "porém",
tudo estará bem. Quer estejamos sentados, deitados ou andando, podemos fazer o
que o versículo nos ensina. Fazer o quê? Falar com Deus de três maneiras. A
primeira maneira é a oração; a segunda é a súplica, quando fazemos petições
específicas, provenientes do nosso coração, por necessi-dades específicas; e a
terceira maneira são as ações de graça pelas petições que fazemos diante de
Deus. Enfim, devemos tornar tudo conhecido de Deus pela oração, pela súplica, e
tudo com ações de graça. Entretanto, nós não agimos assim se estamos cheios de
ansiedade e carentes de alegria.
Como seria bom se colocássemos tudo o que
enfrentamos, item por item, nas mãos de Deus! Caso contrário, quando surgir a
primeira dificuldade, nós a colocaremos sobre nós mesmos. Depois virão a
segunda e a terceira dificuldades e nós também as colocaremos sobre
nós. E assim que o
fardo vai ficando cada vez mais pesado, e como resultado de tanta pressão, nós
perdemos a alegria. Uma boa ilustração é o trabalho dos operários na construção
de um edifício. Quando transportam tijolos para o teto do edifício, eles vão
passando os tijolos do nível mais baixo para o nível mais alto, andaime por
andaime, até alcançar o teto. O trabalho anda rápido se cada tijolo for passado
adiante, tão logo seja recebido. Suponha que o operário do meio não passe
adiante o tijolo recebido, ou que o operário que está no teto se recuse a
receber os tijolos. Que acontecerá? O operário do meio morrerá esmagado pelo
crescente acúmulo de peso. A nossa relação com a ansiedade é exatamente igual:
Quando passam uma preocupação para nós, e nós deixamos de enviá-la a Deus para
que Ele a carregue, então a preocupação certamente nos esmagará. Não devemos
permitir que as preocupações nos pressionem, mas devemos passá-las para Deus.
Toda vez que uma preocupação chegar, devemos imediatamente enviá-la a Deus. Não
devemos, passivamente, acumular fardo após fardo: nós temos uma saída!
A saída é: "Em tudo, porém, sejam conhecidas
diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de
graça." Por sermos cristãos temos essa "saída", porque temos o
Senhor, e porque Ele está perto. Orar é privilégio de cristão. Nós podemos orar
não só por grandes coisas ou por pequenas coisas, mas podemos orar por tudo!
Podemos orar por tudo o que justifica a nossa ansiedade e por tudo o que pode
causar em nós qualquer preocupação. Não ficamos ansiosos de coisa alguma, não
porque somos naturalmente otimistas nem porque somos pessoas sem objetivo, que
não se preocupam com nada; mas é porque temos Aquele a quem podemos tornar
conhecidas as nossas petições; temos Aquele em quem podemos confiar, e que
carrega nosso fardo. E somente por isso que nos é possível
não ficar ansiosos
de coisa alguma. Não precisamos nos preocupar, pois podemos confiar tudo a Deus
por meio da oração. A oração é a nossa saída; Deus é a nossa saída! Então, a
oração e a súplica são suficientes para ficarmos livres da ansiedade? A Bíblia
não menciona só oração e súplica, mas também menciona ações de graça.
Precisamos nos lembrar sempre: Tudo o que é colocado em nossas mãos é
proveniente das "mãos que foram traspassadas", e tudo o que nos
sobrevém é ordenado pelo Senhor que morreu por nós. Por isso podemos de antemão
agradecer a Deus, dizendo: "Ó Deus, Tu não erras jamais!" Orar é para
receber algo de Deus, ao passo que dar graças é apresentar-lhe nossa oferta de
ações de graça. A Bíblia não apenas diz que devemos orar e pedir, mas também
diz que devemos dar graças. Sendo assim, em que tipo de coisas devemos dar
graças? Nós devemos dar graças em tudo. Damos graças a Deus não só em momentos
de alegria, mas também em momentos de tristeza e angústia; não só damos graças
pelas coisas que nos parecem boas, mas também pelas que consideramos más. Houve
certo professor universitário que tinha mania de falar palavras pessimistas.
Num dia bonito, alguns amigos seus lhe perguntaram: "Diante de um belo dia
como este, com sol brilhando, pássaros cantando e grama tão viçosa, você
certamente não tem nada de negativo para dizer, não é?" Ele deu uma olhada
em tudo, e ninguém pensou que ele fosse fazer qualquer comentário, mas ele
disse: "Isso não vai durar muito tempo, não." Todos os cristãos que
não têm um coração de gratidão para com o Senhor são iguais àquele professor:
se são oprimidos por pesados fardos, gemem e murmuram, mas jamais têm um
coração de gratidão.
Mas também houve uma história que foi o oposto da
anterior: Havia um cristão que trabalhava numa estação ferroviária. Quer na
doença, quer na saúde, em
prosperidade ou em
miséria, ele sempre dava graças a Deus. Por essa razão, seus colegas
chamavam-no de otimista. Um dia, enquanto fazia reparos nos trilhos, um trem
atropelou-o, cortando-lhe uma perna, e ele desmaiou. Assim que recobrou a consciência,
ele deu graças a Deus. As pessoas que estavam à sua volta admiraram-se porque,
depois de perder uma perna, ele ainda dava graças a Deus. Mas ele explicou:
"Graças a Deus porque eu ainda tenho uma perna boa!" Ó cristãos,
precisamos adquirir o hábito de procurar oportunidades para agradecer a Deus.
Mesmo que você tenha motivos de preocupação, ainda pode lançar a sua ansiedade
e o seu fardo sobre Deus; então será impossível você não ficar alegre.
Deus quer que lancemos toda a nossa preocupação
sobre Ele. A Bíblia diz: "Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade,
porque ele tem cuidado de vós"(l Pe 5:7). Deus se preocupa conosco e leva
o nosso fardo. Se Deus carrega a nossa ansiedade, nós não precisamos mais nos
preocupar. Deus é o Deus que carrega nossas ansiedades; Ele nos chama para
lançar sobre Ele as nossas preocupações, porque para Ele isso não é problema.
Em Isaías 53:4 está escrito: "Certamente ele tomou sobre si as nossas
enfermidades, e as nossas dores levou sobre si". Se você é alguém que se
preocupa com sua saúde, com sua família, com negócios, com a salvação dos
outros, com o estado espiritual dos filhos de Deus, então, por favor, perceba
que Deus quer que você lance, exatamente agora, cada uma de suas preocupações
sobre Ele. Ele quer carregar hoje toda a sua ansiedade. Todos os que estão
tristes, preocupados e pesarosos, venham para Deus! Hoje vocês não precisam
mais preocupar-se com nada!
Se em tudo nós tornarmos conhecidas diante de
Deus as nossas petições, pela oração, pela súplica e com ações de graça, então
o resultado será excelente: "E a paz de
Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e as
vossas mentes em Cristo Jesus". Essa paz é a paz de Deus. Há uma diferença
entre a paz que Ele dá e a Sua própria paz. A primeira paz é a que Ele dá, a
outra é a Sua própria paz. Deus tem amor, poder, sabedoria e também tem paz.
Para entender melhor o que significa a paz de Deus, consideremos alguns fatos
registrados na Bíblia. No princípio, toda a criação de Deus era muito boa e
agradável, mas um arcanjo (que depois se tornou o diabo) pecou, e um terço dos
anjos seguiu o exemplo dele. A terra, então, tornou-se sem forma e vazia. Será
que Deus ficou perturbado? Não, não ficou. Depois disso, em apenas seis dias,
Deus concluiu Sua obra de restauração, e formou um casal para viver na terra.
Mas eles também pecaram. Será que Deus se preocupou? Não, Ele continuou
despreocupado. Embora os anjos tivessem caído, embora os homens tivessem caído,
Deus ainda estava em paz. Mais tarde Deus enviou o Salvador para vir salvar o
homem. De acordo com o nosso conceito, se o homem pecar hoje, amanhã Deus
enviará o Salvador. Mas Deus não teve pressa. Quando chegou a plenitude dos
tempos, só então Deus enviou Seu Filho (Gl 4:4). Ele não se apressou, mas
esperou muitos anos. Hoje acontece a mesma coisa: Segundo nosso modo de pensar,
a melhor coisa a fazer é empurrar o mundo todo para dentro da igreja. Mas Deus
não se apressa. Isso é a paz de Deus!
"E a paz de Deus (...) guardará os
vossos corações". No original grego, o termo guardará é um termo
militar, que pode ser traduzido como "vigiará" ou
"guarnecerá". O mesmo sentido é encontrado em 2 Coríntios 11:32:
"Em Damasco, o governador preposto do rei Aretas, montou guarda na
cidade dos damascenos, para me prender." Naquela época, o governador de
Damasco queria prender Paulo, por isso ele enviou soldados para cercar a cidade
e
guardá-la. Da mesma
forma que os soldados guardaram a cidade, a paz de Deus também guarda o nosso
coração. Nenhuma preocupação exterior pode invadir a paz de Deus em nosso
coração. A paz de Deus vigiará e guarnecerá o nosso coração, de modo que ele
fique livre das invasões da ansiedade. Isso é simplesmente maravilhoso! Com a
proteção da paz de Deus guardando o nosso coração e a nossa mente, que ou quem
conseguiria intrometer-se em nosso coração e perturbar o nosso descanso?
Deus ordena que em tudo se tornem conhecidas
diante Dele as nossas petições, pela oração, súplicas e ações de graça. Ele
também promete que a Sua própria paz agirá como soldados guardando-nos, a fim
de que todos os distúrbios, intolerâncias e inquietações sejam excluídos.
Realmente a paz de Deus é a paz que excede o nosso entendimento, isto é, jamais
poderíamos imaginar que existisse algo como a paz de Deus. Se em tudo
confiarmos Nele, a paz que homem algum pode imaginar virá guardar o nosso
coração, capacitando-nos, assim, a atravessar com segurança todas "as
tempestades" no mar do mundo.
Você já experimentou alguma vez a paz de Deus?
Você consegue perceber a proteção da paz de Deus? Você sabe o que é ter a paz
de Deus guarnecendo o seu coração e a sua mente? A promessa "guardará os
vossos corações e as vossas mentes" não significa guardar o ambiente à sua
volta nem significa eliminar as perturbações exteriores; significa, sim, trazer
paz ao seu coração. Às vezes as pressões são tão fortes que nos deixam sem
saída, dando-nos a impressão de que a ansiedade e a aflição são a nossa única
porção. Mesmo assim, se tornarmos as nossas petições conhecidas diante de Deus,
por meio de oração e súplicas, e de ações de graça, haveremos de reconhecer que
é como se não soubéssemos o que é ansiedade. Não somente nós, mas também outras
pessoas, ficaremos imaginando como é
possível termos
tanta paz. Tudo isso porque essa paz é a paz que excede todo o entendimento. E
assim que a paz de Deus nos guarda.
Certa vez um irmão passou por
uma dificuldade tão grande, que parecia não haver saída para ele. Ele, então,
lembrou-se desses versículos de Filipenses, e separou um tempo para orar. Apesar
de orar mais de dez vezes, ele ainda assim não conseguia ter paz. Ele pensou:
"Será que esse versículo é só para ser pregado, e não praticado?"
Nesse momento Deus lhe disse: "Eu disse: Não andeis ansiosos de coisa
alguma, e tereis paz. E você está dizendo que não tem paz!?" Então aquele
irmão deu um pulo, e disse: "O Deus, já que Tu dizes que eu tenho paz,
então eu tenho paz. Nada mais tenho a dizer." Ele creu na Palavra de Deus
e imediatamente teve paz. Por isso, se crermos na Palavra de Deus, nós teremos
paz; se não crermos, não teremos paz. Se esperamos ter paz antes de crer, então
será impossível ter paz. Se atualmente você está atravessando algum tipo de
dificuldade ou de tristeza, que não está conseguindo suportar, diga ao Senhor
Deus: "O Deus, confio isso em Tuas mãos." Então você terá paz. As
ordens do Senhor são: "Alegrai-vos sempre no Senhor" e "Não
andeis ansiosos de coisa alguma". A promessa de Deus é: "A paz de
Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e as vossas
mentes em Cristo Jesus." Se nós obedecermos as Suas ordens, Ele cumprirá a
Sua promessa
W. NEE
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